Este blog foi criado por alunos (as) que estão cursando o 3º módulo de Logística da etec Cônego José Bento da cidade de Jacareí SP A título de conclusão da matéria de Gestão de Transporte, sobre orientação de profº MSC Levi Pinto de Miranda.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Hidróxido de Sódio

Hidróxido de sódio

O hidróxido de sódio (NaOH), também conhecido como soda cáustica, é um hidróxido cáustico usado na indústria (principalmente como uma base química) na fabricação de papel, tecidos, detergentes, alimentos e biodiesel. Também usado para desobstruir encanamentos e sumidouros pelo fato de ser corrosivo. É produzido por eletrólise de uma solução aquosa de cloreto de sódio (salmoura).

É utilizado em reações químicas por sua alta reatividade. Exemplos: em degradações, onde é usado para preparar alcanos a fim de diminuir a quantidade de carbono na cadeia. Usado também, juntamente com o óxido de cálcio (CaO), para diminuir a reatividade e prevenir a corrosão dos tubos de ensaio.

O manuseio do hidróxido de sódio deve ser feito com total cuidado, pois apresenta um quadro considerável de danos ao homem. Se for ingerido, pode causar danos graves e as vezes irreversíveis ao sistema gastrointestinal, e se for inalado pode causar irritações, sendo que em altas doses pode levar à morte. O contato com a pele também é um fato perigoso, pois pode causar de uma simples irritação até uma úlcera grave, e nos olhos pode causar queimaduras e problemas na córnea ou no conjuntivo.

Em casos de contato com o hidróxido de sódio, deve-se colocar a região exposta em água corrente por 15 min e procurar ajuda médica, se for ingerido deve-se dar água ou leite à vítima sem provocar vômito na mesma, se for inalado levar a vítima para um local aberto para que possa respirar. Se caso a vítima não esteja respirando, é necessário usar respiração artificial.

TÓXICO E CORROSIVO - TÓXICO PARA O MEIO AMBIENTE


DADOS GERAIS

SINÔNIMOS: ácido muriático, muriatic acid, chlorohydric acid, hydrochloric acid.
FÓRMULA MOLECULAR: HCl
CAS No: 7647-01-0
EC No: 231-595-7

DADOS FÍSICOS

APARÊNCIA: LÍQUIDO LÍMPIDO E INCOLOR OU LEVEMENTE AMARELADO COM CHEIRO PUNGENTE (EVITE CHEIRAR!!!).
O ÁCIDO CONCENTRADO É FUMEGANTE.
PONTO DE FUSÃO: -25 C
PONTO DE EBULIÇÃO: 109 C
GRAVIDADE ESPECÍFICA: 1.19
 

ESTABILIDADE

ESTÁVEL. EVITE A APROXIMAÇÃO A CHAMAS, FONTES DE CALOR. INCOMPATÍVEL COM A MAIORIA DOS METAIS COMUNS, AMINAS, ÓXIDOS METÁLICOS, ANIDRIDO ACÉTICO, PROPIOLACTONA, ACETATO DE VINILA, SULFATO DE MERCÚRIO, FOSFETO DE CÁLCIO, FORMALDEÍDO, ÁLCALIS, CARBONATOS, BASES FORTES, ÁCIDO SULFÚRICO, ÁCIDO CLOROSULFÔNICO 

TOXICOLOGIA

EXTREMAMENTE CORROSIVO. A INALAÇÃO DO VAPOR PODE CAUSAR FERIMENTOS SÉRIOS. A INGESTÃO PODE SER FATAL. O LÍQUIDO PODE CAUSAR DANOS À PELE E AOS OLHOS. TLV 5 ppm.
FRASES DE RISCO
R23 R24 R25 R34 R36 R37 R38.

RISCOS AO MEIO AMBIENTE

LETAL PARA PEIXES A PARTIR DE  25 mg/l. TÓXICO PARA ORGANISMOS AQUÁTICOS DEVIDO À ALTERAÇÃO DE pH!!

PROTEÇÃO PESSOAL

ÓCULOS DE PROTEÇÃO, PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PROCURE TRABALHAR EM CAPELA COM EXAUSTÃO ADEQUADA, LUVAS. 
FRASES DE SEGURANÇA
S26 S36 S37 S39 S45.

DERIVADOS DO PETRÓLEO.


Produtos derivados do petróleo bruto.

O petróleo bruto contém centenas de diferentes tipos de hidrocarbonetos misturados e, para separá-los, é necessário refinar o petróleo.
As cadeias de ­hidrocarbonetos de diferentes tamanhos têm pontos de ebulição que vão aumentando progressivamente, o que possibilita separá-las através do processo de destilação. É isso o que acontece em uma refinaria de petróleo. Na etapa inicial do refino, o petróleo bruto é aquecido e as diferentes cadeias são separadas de acordo com suas temperaturas de evaporação. Cada comprimento de cadeia diferente tem uma propriedade diferente que a torna útil de uma maneira específica.
Para entender a diversidade contida no petróleo bruto e o motivo pelo qual o seu refino é tão importante, veja uma lista de produtos que obtemos a partir do petróleo bruto:
  • gás de petróleo: usado para aquecer, cozinhar, fabricar plásticos
    • alcanos com cadeias curtas (de 1 a 4 átomos de carbono)
    • normalmente conhecidos pelos nomes de metano, etano, propano, butano
    • faixa de ebulição: menos de 40°C
    • são liquefeitos sob pressão para criar o GLP (gás liquefeito de petróleo) 
  • nafta: intermediário que irá passar por mais processamento para produzir gasolina
    • mistura de alcanos de 5 a 9 átomos de carbono
    • faixa de ebulição: de 60 a 100°C
  • gasolina: combustível de motores
    • líquido
    • mistura de alcanos e cicloalcanos (de 5 a 12 átomos de carbono)
    • faixa de ebulição: de 40 a 205°C
  • querosene: combustível para motores de jatos e tratores, além de ser material inicial para a fabricação de outros produtos
    • líquido
    • mistura de alcanos (de 10 a 18 carbonos) e aromáticos
    • faixa de ebulição: de 175 a 325°C
  • gasóleo ou diesel destilado: usado como diesel e óleo combustível, além de ser um intermediário para fabricação de outros produtos
    • líquido
    • alcanos contendo 12 ou mais átomos de carbono
    • faixa de ebulição: de 250 a 350°C
  • óleo lubrificante: usado para óleo de motor, graxa e outros lubrificantes
    • líquido
    • alcanos, cicloalnos e aromáticos de cadeias longas (de 20 a 50 átomos de carbono)
    • faixa de ebulição: de 300 a 370°C
  • petróleo pesado ou óleo combustível: usado como combustível industrial, também serve como intermediário na fabricação de outros produtos
    • líquido
    • alcanos, cicloalcanos e aromáticos de cadeia longa (de 20 a 70 átomos de carbono)
    • faixa de ebulição: de 370 a 600°C
  • resíduos: coque, asfalto, alcatrão, breu, ceras, além de ser material inicial para fabricação de outros produtos
    • sólido
    • compostos com vários anéis com 70 átomos de carbono ou mais
    • faixa de ebulição: mais de 600°C 



domingo, 15 de maio de 2011

Características do transporte de produtos perigosos.

As características do transporte de produtos perigosos

-Transporte é um dos serviços essenciais para o processo logístico, sendo assim deve atender à demanda de maneira rápida, segura e econômica.
-O trabalho desenvolveu os temas que compõem uma gestão de riscos, uma vez que caracterizou as ameaças e as vulnerabilidades, ou seja, o risco; descreveu as atividades de gerenciamento do problema caracterizado.
-Produto perigoso é transportado em caminhões tanque que acomodam a carga com maior segurança. É considerado como produto perigoso toda e qualquer substância que, dadas, às suas características físicas e químicas, possa oferecer, quando em transporte, riscos a segurança pública, saúde de pessoas e meio ambiente, de acordo com os critérios de classificação da ONU, publicados através da Portaria nº 204/97 do Ministério dos Transportes. A classificação desses produtos é feita com base no tipo de risco que apresentam.
-A forma de se transportar os produtos dependerá muito do  processo logístico de cada empresa, bem como do seu tipo e característica. Assim sabermos o que temos disponível no mercado para execução destas atividades é de suma importância.
Adequando do transporte nas vias de circulação esses fatores podem dever-se a (Freitas, 2003, p. 4):
  • Estado da via: traçado, estado, manutenção, volume de tráfego, acidentes e sinalização;
  • Condições atmosféricas;
  • Estado do veículo (falhas nos mecanismos de transporte da mercadoria): mecanismos de contenção (embalagem ou tanque) ou de vedação (válvulas ou conexões);
  • Experiência do condutor;
  • Fogo ou explosão;
  • De forma a evitar estes incidentes, devemo-nos concentrar em medidas de precaução que diminuam os riscos. Os riscos dependem tanto das fontes de perigo como dos mecanismos de controlo (também conhecidos por medidas de proteção, salvaguarda ou simplesmente proteção), sendo diretamente proporcionais aos primeiros e inversamente proporcionais aos últimos. Assim sendo, quanto maiores e melhores forem os mecanismos de controlo aplicados sobre uma fonte de perigo, menor será a intensidade do risco. Contudo, embora se consiga atingir altos níveis de minimização do risco adjacente ao transporte de matérias perigosas, este é impossível de eliminar por completo

Aeroportos da Infraero e das prefeituras.


Acre
Infraero
•          Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul (CZS/SBCZ) - Cruzeiro do Sul
•          Aeroporto Internacional Presidente Médici (RBR/SBRB) - Rio Branco
Municipais
•          Aeroporto de Brasiléia (SWBS) - Brasiléia
•          Aeroporto de Feijó (FEJ/SWFJ) - Feijó
•          Aeroporto de Santa Rosa do Purus (SDOE) - Santa Rosa do Purus
•          Aeroporto de Sena Madureira (SBRB) - Sena Madureira
•          Aeroporto de Tarauacá (TRQ/SBTK) - Tarauacá
•          Aeroporto de Xapuri – Xapuri

 Alagoas
Infraero
•          Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares (MCZ/SBMO) - Maceió
Municipais
•          Aeroporto de Arapiraca (APQ/SNAL) - Arapiraca
•          Aeroporto de Penedo (***/SNPE) - Penedo
•          Aeroporto Manduca Leão (SNML) - Rio Largo

Amapá
Infraero
•          Aeroporto Internacional de Macapá (MCP/SBMQ) - Macapá
Municipais
•          Aeroporto de Amapá (SBAM) - Amapá
•          Aeroporto de Calçoene (SNCC) - Calçoene
•          Aeroporto de Oiapoque (SBOI) - Oiapoque
•          Aeroporto de Porto Grande (SNPG) - Porto Grande

 Amazonas
Infraero
•          Aeroporto de Tefé (TFF/SBTF) - Tefé
•          Aeroporto Internacional de Tabatinga (TBT/SBTT) - Tabatinga
•          Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO/SBEG) - Manaus
Municipais
 Ver artigo principal: Anexo:Lista de aeroportos do Amazonas

Bahia
Infraero
•          Aeroporto de Bom Jesus da Lapa (LAZ/SBLP) - Bom Jesus da Lapa
•          Aeroporto Jorge Amado (IOS/SBIL) - Ilhéus
•          Aeroporto de Paulo Afonso (PAV/SBUF) - Paulo Afonso
•          Aeroporto Internacional Dep. Luís Eduardo Magalhães (SSA/SBSV) - Salvador
Municipais
 Ver artigo principal: Anexo:Lista de aeroportos da Bahia

Ceará
Infraero
•          Aeroporto Internacional Pinto Martins (FOR/SBFZ) - Fortaleza
•          Aeroporto Regional do Cariri (JDO/SBJU) - Juazeiro do Norte
Municipais
•          Aeroporto de Aracati (**/SNAT) - Aracati
•          Aeroporto Coronel Virgílio Távora (SNMB) - Boa Viagem
•          Aeroporto Pinto Martins (CMC/SNWC) - Camocim
•          Aeroporto de Campos Sales (SNCS) - Campos Sales
•          Aeroporto de Crateús (**/SNWS) - Crateús
•          Aeroporto de Iguatu (IGT/SNIG) - Iguatu
•          Aeroporto de Mombaça (SNMB) - Mombaça
•          Aeroporto de Morada Nova (SNMO) - Morada Nova
•          Aeroporto de Limoeiro do Norte (**/SNLM) - Limoeiro do Norte
•          Aeroporto de Quixadá (**/SNQX) - Quixadá
•          Aeroporto de Sobral (QBX/SNOB) - Sobral
•          Aeroporto de Tamboril (SNTL) – Tamboril

 Distrito Federal
Infraero
•          Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek (BSB/SBBR) – Brasília

Espírito Santo
Infraero
•          Aeroporto Eurico de Aguiar Salles (VIX/SBVT) - Vitória
Municipais
•          Aeroporto de Baixo Guandu/Aimorés (SNBG) - Baixo Guandu
•          Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim (CDI/SNKI) - Cachoeiro de Itapemirim
•          Aeroporto de Guarapari (GUZ/SNGA) - Guarapari
•          Aeroporto de Linhares (SNLN) - Linhares
•          Aeroporto Tancredo de Almeida Neves (SBJ/SNMX) - São Mateus

 Goiás
Infraero
•          Aeroporto Santa Genoveva (GYN/SBGO) - Goiânia
Municipais
•          Aeroporto de Anápolis (APS/SWNS) - Anápolis
•          Aeroporto de Buriti Alegre (SWBA) - Buriti Alegre
•          Aeroporto de Caldas Novas (CLV/SBCN) - Caldas Novas
•          Aeroporto de Campos Belos (SWCB) - Campos Belos
•          Aeroporto de Cavalcante (SWCW) - Cavalcante
•          Aeroporto de Ceres (SWCZ) - Ceres
•          Aeroporto de Formosa (SWFR) - Formosa
•          Aeroporto de Iaciara (SWIA) - Iaciara
•          Aeroporto de Ipameri (SWIP) - Ipameri
•          Aeroporto de Jataí (SWJW) - Jataí
•          Aeroporto Brigadeiro Araripe Macedo (SWUZ) - Luziânia
•          Aeroporto de Minaçu (SBMC) - Minaçu
•          Aeroporto de Mineiros (SWME) - Mineiros
•          Aeroporto de Monte Alegre de Goiás (SWML) - Monte Alegre de Goiás
•          Aeroporto de Morrinhos (SWMX) - Morrinhos
•          Aeroporto de Morro Redondo (SWMR) - Morro Redondo
•          Aeroporto de Niquelândia (NQL/SWNQ) - Niquelândia
•          Aeroporto de Pires do Rio (SWPR) - Pires do Rio
•          Aeroporto de Posse (SWPZ) - Posse
•          Aeroporto de Rio Verde (RVD/SWLC) - Rio Verde
•          Aeroporto de Santa Helena de Goiás (SWHG) - Santa Helena de Goiás

 Maranhão
Infraero
•          Aeroporto de Imperatriz (IMP/SBIZ) - Imperatriz
•          Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (SLZ/SBSL) - São Luís
AEB
•          Aeroporto de Alcântara (QAH/SNCW) - Alcantara
Municipais
•          Aeroporto de Alto Parnaíba (APY/SNAI) - Alto Parnaíba
•          Aeroporto de Bacabal (**/SNBI) - Bacabal
•          Aeroporto de Balsas (BSS/SNBS) - Balsas
•          Aeroporto de Barra do Corda (BDC/SNBC) - Barra do Corda
•          Aeroporto de Barreirinhas - Barreirinhas
•          Aeroporto de Benedito Leite (SNBT) - Benedito Leite
•          Aeroporto de Brejo (SNRJ) - Brejo
•          Aeroporto de Carolina (CLN/SBCI) - Carolina
•          Aeroporto de Carutapera (CTP/SNCP) - Carutapera
•          Aeroporto de Caxias - Caxias
•          Aeroporto de Codó (SNXH) - Codó
•          Aeroporto de Coelho Neto (SIDB) - Coelho Neto
•          Aeroporto de Colinas (SNKL) - Colinas
•          Aeroporto de Coroatá (SNOA) - Coroatá
•          Aeroporto de Cururupu (CPU/SNCU) - Cururupu
•          Aeroporto de Grajaú (SNGJ) - Grajaú
•          Aeroporto de Guimarães (SNYW) - Guimarães
•          Aeroporto de Pastos Bons (SNPB) - Pastos Bons
•          Aeroporto de Paço do Lumiar (SNOZ) - Paço do Lumiar
•          Aeroporto de Pinheiro (PHI/SNYE) - Pinheiro
•          Aeroporto de Raposa (SIPB) - Raposa
•          Aeroporto de Riachão (SNRX) - Riachão
•          Aeroporto Regional João Silva (SJBY) - Santa Inês
•          Aeroporto de São Bento (SNSB) - São Bento

Legislação de meio ambiente (transporte de produtos perigosos)


Legislação de meio ambiente (transporte de produtos perigosos)

A Convenção de Basiléia trata sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito, adotada sob a égide da Organização das Nações Unidas, concluída em Basiléia, Suíça, em 22 de março de 1989, foi promulgada pelo Governo Brasileiro, através do Decreto nº 875, de 19 de julho de 1993, publicado no D.O.U do dia subseqüente, e preconiza que o movimento transfronteiriço de resíduos perigosos e outros resíduos seja reduzido ao mínimo compatível com a administração ambientalmente saudável e eficaz desses resíduos e que seja efetuado de maneira a proteger a saúde humana e o meio ambiente dos efeitos adversos que possam resultar desse movimento.
- NBR 7503 – transporte terrestre de produtos perigosos – Ficha de emergência e envelope – Características, dimensões e preenchimento
- NBR 7503 – transporte terrestre de produtos perigosos – Ficha de emergência e envelope – Características, dimensões e preenchimento.
- NBR 7500 – identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos.
- NBR 9735 – conjunto de equipamentos para emergências no transporte rodoviário de produtos perigosos.
- NBR 7503 – ficha de emergência para o transporte de produtos perigosos – características e dimensões.
- NBR 7501 – transporte de produtos perigosos – terminologia.
- NBR 7500 – símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais.
- NBR 14095 – área de estacionamento para veículos rodoviários de transporte de produtos perigosos.
- NBR 14064 – atendimento de emergência no transporte rodoviário de produtos perigosos.
- NBR 12982 – desgaseificação de tanque rodoviário para transporte de produto perigoso – classe de risco 3 – líquidos inflamáveis – procedimento.
- NBR 10271 – conjunto de equipamentos para emergências no transporte rodoviário de ácido fluorídrico – procedimento.
- NBR13095 – Instalação e fixação de extintores de incêndio para carga, no transporte rodoviário de produtos perigosos.
- NBR 14725-3 – produtos químicos – Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente Parte 3: Rotulagem.
- NBR 12710 – Proteção contra incêndio por extintores, no transporte rodoviário de produtos perigosos.

  Conclusão

Portanto, o transporte de produtos perigosos está muito bem regulamentado no Brasil e as fiscalizações são bastante rígidas, visando prevenir e coibir eventuais ocorrências de acidentes por se tratar de produto de periculosidade ao ser humano e ao meio ambiente.


quarta-feira, 11 de maio de 2011

O que é Roteirização?


Roteirização é um termo que algumas empresas ou transportadoras usam na hora de carregar os caminhões para fazerem as entregas. Por exemplo: se um caminhão sai para uma rota com quatrocentos volumes sortidos, para se entregar em dez estabelecimentos diferentes, para não perder tempo na hora da entrega procurando os produtos do pedido, então na hora do carregamento, os produtos são separados por pedidos, sendo assim fica mais fácil e rápido de entregar os pedidos.

sábado, 2 de abril de 2011

BRS, Rodovias Federais.

Obs: Informo que os preços na tabela são de automóveis, caminhonete, furgão e van (2 eixos rodagem simples)
BR do Estado de São Paulo



Número da BR
Qtd.Pedágios
Valor do Pedágio
Cidades
50

R$ 1,70
DF - SP
55
2
De R$4,60 a R$6,80
Guarujá-São Vicente
70
4
De R$4,40 a R$7,80
Itaquaquicetuba-Caçapava
116
18
R$1,60 a R$24,90
MG-SP
146

R$3
MG-SP
153
4
R$2,60 a R$7,90
Go-SP
154


Encontra-se em Construção
255
5
De R$5,10 a R$7,60
Bauru
310
5
De R$3,60 a R$6,00
MG-SP
265
2
R$6,35
Araragura-Franca
334
2
R$6,00
Batatais-Restinga
330
2
De R$4,25 a R$6,35
Go-SP
348
9
De R$4,25 a R$9,35
SP-PR
272


Encontra-se em Construção
364


Encontra-se em Construção
373
1
De R$3,50 a R$7,00
SP
374
16
R$ 1,30
ES-SP
381
1
De R$1,30 a R$7,00
Mairaporã-Itatiaiuçu
383


Encontra-se em Construção
456


Encontra-se em Construção
476
1
R$4,00 a R$8,00
SP
478


Encontra-se em Construção
65
2
R$7,8
Nazaré Paulista-Itatibá
75
2
R$4,20 e R$8,50
Itu-Itaiatuba
127
5
R$3,9 a R$6,8
Rio Claro-Capão Bonito
147
3
R$3,6 a R$4,9
Mogi Mirim-Iracemapolis
150
1
R$ 17,00
São Bernado do Campo
160
4
R$1,2 a R$17
Diadema-S. Bernado do Campo
191
2
R$2,10 e R$3,80
Araras- Rio claro
215
2
R$ 3,80
Sta. Cruz das Palmeira-Descalvado
225
3
R$7,10 a R$11
Itirapina-Jaú
258
2
R$4,00 a R$6,30
Buri-Itararé
270
6
R$2,3 a R$7,00
São Roque-Caiuá
280
9
R$5,60 a R$10,8
Osasco-Iaras
300
7
R$4,4 a R$6,8
Itupeva-Castilho
310
5
R$6,8 a R$11,20
Rio Claro-Catingá
322
2
R$4,3 a R$5,7
Sertãozinho-Pitangueiras
323
1
R$ 3,70
Monte Alto
324
1
R$ 3,80
Vinhedo
326
3
R$4,8 a R$5,7
Dobrada-Colina
330
13
R$3,9 a R$8,70
Perus-Ituverava
333
2
R$4,5 a R$7,8
Jaboticabal-Itapolis
334
2
R$ 6,00
Batatais-Restinga
340
4
R$3,9 a R$7,60
Campinas-Casa Branca
342
2
R$2,20 a R$5,7
Espirito Sto. do Pinhal-Aguas da Prata
344
2
R$2,9 a R$3,00
São João da Boa Vista
348
8
R$3,9 a R$5,9
Caieiras-Limeira
350
1
R$ 5,60
Itobi
351
1
R$ 5,40
Pirangi

Conclusão
       Os pedágios no estado de São Paulo são muito comuns, e vem aumentando mais em vários pontos das Rodovias a custo de grandes obras originadas. Esses pedágios são muitas vezes desnecessários e excessivos.
       Em São Paulo existem muitos pedágios, porém as estradas nem sempre estão em bom estado. O Brasil é um país que escolheu por meio de transporte de mercadorias, bens e pessoas o Transporte Rodoviário, portanto devia ter ao menos as estradas em bom estado para que se ocorra um tráfego tranquilo e sem riscos.
       Por exemplo no estado de Minas Gerais, podemos encontrar ótimos trechos de estradas, bastante conservados e não possuem um número abusivo de pedágios.